sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

O Mito

Os quatro guerreiros
     Há muito, muito tempo atrás, não havia estações do ano. Mas, certa vez, os anos passaram a ser divididos em quatro estações devido a quatro grandes guerreiros.

     Eles serviam os Deuses, enfrentando quem ameaçava invadir o Monte Olimpo, a cidade dos Deuses. Um dia, Hades, o Deus do inferno decidiu invadi-la com o seu exército de Titãs. Zeus, o pai dos deuses, pensava que seria fácil derrotá-los, mas parecia que os seus poderes não os afetavam. Quando Zeus já não aguentava mais, os Guerreiros chegaram e ajudaram-no fazendo com que Hades recuasse. Zeus muito agradecido, dividiu os anos em quatro estações: primavera, verão, outono e inverno, como forma de agradecimento.


Trabalho realizado por: Tiago Afonso, Nº20, 8ºD

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

O conto



O presente ideal

Em tempos que já lá vão, um rei muito bondoso chamado António, tinha um castelo enorme com muitas torres, bandeiras e muitos guardas.
António tinha um filho chamado Salvador. Este era como o pai, bondoso, simpático e pronto a ajudar quem mais precisava. O menino estava prestes a fazer cinco anos, então o rei pensou:
- O meu filho está quase a fazer anos, mas o que é que lhe irei dar? Talvez um chapéu, um casaco…
O rei não sabia a prenda certa mas, de repente, exclamou:
-Já sei! Vou à Aldeia dos Brinquedos! Lá, de certeza, que encontro o presente ideal.
Para lá chegar, precisava de ir no seu barco. A viagem duraria um dia.
Na manhã seguinte, partiu no seu barco, com tudo o que precisava. A certa altura, quando o rei já teria feito metade do percurso, ouviu uma voz fininha, assustou-se e questionou:
-Quem está aí? Aparece!
-Sou eu vossa majestade, tenha calma!- disse a voz fininha aparecendo uma pequena boneca por detrás de um barril que lá havia.
-Quem és tu e como é que chegaste aqui?
-Eu sou a Carlota. Sou a boneca da filha da cozinheira do seu lindo castelo. Eu soube que o rei ia fazer uma viagem e o meu sonho sempre foi viajar- informou a boneca.
-Muito bem, eu vou à Aldeia dos Brinquedos, para ver se há lá alguma prenda para o meu filho que vai fazer anos.
-Vossa Majestade, eu conheço muito bem esse lugar, pois eu já lá estive muitos anos. Para encontrar a prenda certa, pode ir falar com o Pai Natal. Ele sabe sempre a prenda certa para qualquer criança.
-Muito obrigado!
O rei e a Carlota continuaram a viagem. No dia seguinte, chegaram à Aldeia dos Brinquedos.
-Rei António, isto não é fantástico?
-Sim, tens razão, nunca vi nada assim, mas agora temos que encontrar o Pai Natal!
-Vamos, Vossa Majestade – sugeriu Carlota excitada.
Na Aldeia dos Brinquedos, existiam muitos duendes que ajudavam o Pai Natal durante todo o ano. Finalmente, encontraram-no.
-Pai Natal! – exclamou Carlota correndo para os braços dele.
-Então minha pequenita, está tudo bem? O que fazes aqui?
-Sim, Pai Natal, eu estou aqui porque vim ajudar Sua Majestade a encontrar o presente ideal para o seu filho.
-Então, conte-me sobre o seu filho. - pediu ao rei com curiosidade.
-O meu filho chama-se Salvador e vai fazer cinco anos. É uma criança muito bondosa e amiga.
-Já sei!!
-Qual é o presente ideal, Pai Natal? – perguntou o rei com entusiasmo.
-O presente ideal para uma criança não são os carros, os jogos, os brinquedos,… nada disso. O importante é dar-lhe amor, carinho e, acima de tudo, apoiá-la sempre que ela precisar.
-Tem razão Pai Natal, muito obrigado!
O rei voltou para casa com a boneca Carlota. Quando chegaram ao castelo, já era o aniversário do pequeno Salvador.
-Parabéns filho!- disse o rei dando-lhe amor, carinho e dizendo que estaria ali sempre que ele precisa-se.
-Obrigado meu pai, também gosto muito de ti!
E foram felizes para sempre.
   
                                                                                                                                            Inês Ramos, Nº7
8ºD

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Comentário baseado no "cartoon" de Rodrigo


  O «cartoon» “Portugal e os animais descartáveis” tem como autor Rodrigo  e espalha, como é evidente, a estupidez do abandono de animais.
  A imagem que ilustra este «cartoon» representa os ecopontos habituais, existindo um extra,  a cor de rosa, que foi produzido para reciclagem de cães. Para esse mesmo ecoponto, dirige-se um senhor  que segura, ao colo, um cão pequenino a abanar a cauda, isto é, o canino não fazia a mínima ideia para onde ia.
  Este «cartoon» tem como intenção criticar as pessoas que (mal)tratam os seus companheiros. Significa que, quando os seus "amigos" envelhecem ou ficam doentes, começam a trazer problemas atrás de problemas e, como as pessoas simplesmente não querem gastar dinheiro com eles, transformam-nos em "lixo" e abandonam-nos.

  “Portugal e os animais descartáveis” traduz uma mensagem sensível para uns, apesar, de não o  ser para outros. Por outras palavras, este «cartoon» exproba todos aqueles que gostam dos animais quando são novos e não têm qualquer problema. Porém, quando são velhinhos e, por pura ignorância, “deitam-nos fora” para a reciclagem!

segunda-feira, 9 de novembro de 2015



A velha escola
1949
 
Em mais de 60 anos de vida, Francina Amaral conta-nos, sempre com um sorriso na cara, como era a sua velha escola.
Há momentos de nostalgia, alegria... uma entrevista cheia de emoção.

Entrevista de Inês Ribeiro

Era muito diferente a escola em 1949?
         (sorri) Totalmente diferente, em vários aspetos, como na disciplina em sala de aula, no conteúdo que era dado, nas instalações, nos horários, nas disciplinas. Era tudo muito diferente...

As disciplinas, quais eram?
         Tínhamos português, matemática, estudo do meio... agora não sei se há essa disciplina ou se tem esse nome, estou um bocadinho desatualizada (ri-se) … também tínhamos história e ciências, mas não sei se era só a partir do 3ºano … acho que era.
 E também tínhamos artes plásticas e educação física (ri-se). A disciplina preferida das raparigas, era artes plásticas e dos rapazes, era educação física.

Havia um professor para cada disciplina?
         Achas?! (ri-se) não havia quase dinheiro para comprar um quilo de arroz! Não nós tínhamos uma professora para todas as disciplinas.
(Suspira) Era a professora Teresa Leitão, uma professora para vinte, vinte e tais alunos… coitadinha (sorri)!

As turmas eram mistas?
         Ah sim! Éramos raparigas e rapazes, todos juntos.

E os intervalos, como é que eram passados?
          Os intervalos, era a parte que mais gostávamos (sorri). Quem levasse merenda comia, e quando acabasse brincava, porque nas aulas não podíamos dar nem um pio, senão a professora virava bicho (ri-se)!

Já estamos quase a acabar, mas se tivesse de descrever a escola numa só palavra qual seria?
         (silencio) Ui é difícil. O nosso maior desejo era ir para a escola. Ela representava momentos de alegria e convívio. Era nela que nos refugiávamos e éramos crianças, brincávamos, ríamos porque, quando ela acabasse, passávamos a adultos que trabalhavam e que tinham responsabilidades.
Mas cresci muito na minha infância.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

A Notícia

Cadáver é encontrado

Na passada segunda-feira, em Vila Nova de Gaia, foi encontrado o cadáver de um homem de quarenta e nove anos.
A identidade do indivíduo encontrado é a de Edgar de Freitas Franco. Este foi encontrado na sua residência com 35 facadas, 2 tiros e decapitado.
O motivo, de momento, é desconhecido, apesar da população local dizer que a mulher do individuo o matou, porque ele sujou o chão que ela tinha acabado de encerar.
Os polícias desmentem a versão da população. Após uma pequena investigação feita pela TV Jaques, descobriu-se que a própria polícia revela medo de ficar frente a frente com o assassino de Edgar Franco.
A mulher do  sujeito é procurada para prestar depoimento e foi vista pela última vez  encerando o chão da Escola António Sérgio.




Jaqueline N 9